terça-feira, 26 de novembro de 2013

terça-feira, 29 de maio de 2012

MEIA TEMPERATURA PARA FERROS DE SOLDA

Este circuito permite economizar energia quando o ferro de solda não esta sendo usado, mas ao mesmo tempo não deixa esfriar completamente, permitindo a retomada do seu aquecimento total para soldar. O importante nesse circuito é um LED bicolor mantém o operador informado sobre a condição do ferro, ou seja, se ele esta em espera, com temperatura abaixo do normal, ou em operação com a temperatura máxima. A queda de tensão para o acendimento dos LEDS é obtida por meio de dois divisores com 4 diodos que provocam uma queda de aproximadamente 2,4 volts na tensão de rede, o que não afeta a temperatura do ferro em seu máximo.
Com a chave CH1 aberta, o ferro opera com meia potência (espera) e com isso o led verde acende, e quando CH1 está fechada, o led vermelho acende, indicando condição máxima de potência.
O circuito opera tanto na rede 110 como na 220 e a corrente esta limitada a 1A.




quarta-feira, 11 de abril de 2012

Fonte de Impressora - Reaproveitamento

Quem gosta de mexer com eletrônica sempre vai juntando alguma sucata, opa, sucata para aqueles que não gostam de passar o tempo tentando desvendar os segredos da eletrônica, para quem é do ramo sucata é fonte de componentes ou material didático.

Discussões à parte, a verdade é que às vezes temos muita coisa aproveitável, mas não se encaixa perfeitamente nas características de um segundo circuito, então o jeito é deixar no canto e esperar que a “dona Maria” não passe por perto e resolva dar de mão beijada para o lixeiro, ou quem sabe para o catador de reciclável.

Atualmente o que mais existe é fonte de impressora HP espalhada nas sucatas, e uma fonte chaveada custa uma graninha legal, o problema é que praticamente não existe aplicação para essas fontes porque elas têm em sua saída em torno de 35 volts, outras têm uma saída com 18 volts e uma saída com 30 volts.

São poucos os aparelhos que funcionam com tensão em torno dos 30 volts, e se ligar direto os 30 volts num aparelho que deve ser alimentado por 12 volts, com certeza que ele vai ficar tostado e nem vai sair aquele cheirinho de churrasco.

O circuito que proponho é bem simples, sua função é reduzir o nível da tensão de entrada que pode ser de 18 a 35 volts e deixar com 13,2 volts na saída, então será possível alimentar qualquer equipamento que é alimentado por 12 volts.

Obviamente que devemos respeitar a capacidade de corrente, no caso das fontes de impressoras da HP são mais ou menos 2 ampères, obviamente que existem outros tipos de fontes, mas esse circuito pode ser utilizado, e se a fonte não tiver mais de 35 volts de entrada não é preciso alterar nada.

O primeiro passo é descobrir qual a polaridades dos fios da fonte que será aproveitada, corte os soquetes pois eles serão desnecessários, descasque pelo menos um centímetro de cada fio, use um multímetro e meça a tensão e marque a polaridade, meu truque para não criar confusão é dar um nó no fio positivo, mas existem fios que tem uma faixa mais clara para indicar a polaridade.

A entrada de tensão é ligada num regulador do tipo 7812, os 3 diodos ligados ao pino 2 estão em série e tem como função aumentar um pouco a tensão de saída, já que 12 volts de saída com a queda de 0,6 volts proporcionada pelo 2N3055 ficaria em 11,4 volts, e o normal dos aparelhos alimentados por 12 volts é na verdade 13,2 volts.

Dessa forma temos (12+1,8) – 0,6 = 13,2, portanto, 13,2 volts é a tensão de saída, como geralmente as fontes de impressoras não tem muito mais do que 2 Ampères apenas um transistor 2N3055 é o suficiente, convém usar um radiador de calor no transistor.

Para fontes que tem capacidade maior de corrente devem ser colocados mais transistores 2N3055, para cada 5 Ampères um transistor, no datasheet é informado que o transistor 2N3055 suporta 15 Ampères, mas é de pico e não de trabalho contínuo.

Mas, o que pode dar errado? Tudo pode dar errado ser for feito alguma coisa errada, é frequente eu receber reclamações sobre circuitos que não funcionam, é que às vezes a vontade é tamanha que são esquecidos os detalhes mais básicos.

Transistores, diodos, circuitos integrados, capacitores polarizados e tensão contínua tem local certo para ser ligado, por isso antes de sair soldando componentes estude-os para saber onde deve ser soldado cada terminal.

Na hora de ligar a alimentação no aparelho também é preciso saber qual a polaridade da tensão para ligar corretamente, bem, mais simples impossível, observe o esquema abaixo.

 

Lista de Componentes:

1 CI 7812
1 Transistor 2N3055
3 Diodos 1N4001
1 Capacitor 47uF x 50v
1 Capacitor 100uF x 50V



Fonte:  http://www.ibytes.com.br/2.php?url=esquema-redutor-de-tensao-para-aproveitar-fontes-chaveadas-de-tensoes-maiores

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Boot mais rápido no windows

O boot do Windows XP é um carregamento que as vezes demora muito, mas quem tem pressa pode fazer esta dica!

windowsxploading Deixando o boot do Windows XP + rápido

1. Abra o bloco de Notas. (Ou um atalho rápido: vá no iniciar, executar digite: notepad.exe )

2. Digite a seguinte linha:

del c:windowsprefetchntosboot-*.* /q

3. Salve o arquivo como tipo de todos os arquivos e bootxp.bat , ou qualquer nome que desejar e salve no seu disco rígido (C:, D:, E: e etc).

4. Vá no menu iniciar, executar, digite: gpedit.msc

5. Clique em Configurações do Computador , e depois clique em Configurações do Windows . No lado da direita clique em Scripts (Inicialização/Encerramento).

6. Dê um clique duplo em Desligar.

7. Depois clique em adicionar e seguidamente o botão procurar.

8. Localize o arquivo que você criou no 3º passo e clique em abrir ou um clique duplo no arquivo .
9. Vá em iniciar, executar e digite devmgmt.msc .

10. Dê um clique duplo em Controladores IDE ATA/ATAPI .

11. Clique com o botão direito no atalho Canal IDE primário e selecione o menu propriedades .

12. Selecione a aba no topo Configurações avançadas depois, no dispositivo 0 ou 1, o que não estiver inativo, selecione nenhum ao contrário de Detecção automática , clique em Aplicar e em OK.

13. Repita o passo 12 só que com o Canal IDE secundário.

14. Reinicie o computador corretamente sem pressa, não apertando o botão reset.

sábado, 1 de novembro de 2008

Faça o Bife Perfeito

Fazer um bom bife pode parecer uma tarefa mais simples do que realmente é. E também pode ser mais complicado - pra começar, se você não sabe comer carne. Então, antes de ensinar a fazer um bife perfeito, vamos ter certeza que você sabe o que é um bife perfeito:

- crosta crocante por fora, miolo suculento e rosado;
- gostinho de churrasco;
- macio e mastigável sem ser uma sola de sapato socada no martelo;
- NUNCA, em hipótese alguma, bem-passado.

Concordando com esses preceitos básicos, prosseguiremos para a primeira etapa: a escolha da carne.

1) A ESCOLHA DA CARNE

Seria fácil demais se eu chegasse aqui e falasse pra você comprar 1kg de picanha ou filet mignon. Então vamos trabalhar num nível intermediário, mas ainda alto: alcatra ou contra-filé. Não me venha com chã-de-dentro ou acém, seu pobre.

Entenda: a carne é a estrela da sua refeição, o prato principal. Ao comprar uma peça inteira, perca seu tempo conferindo a data de embalagem (normalmente naqueles papéis que vem junto à carne), e claro, escolha sempre a mais fresca. Um macete é que quanto mais amarela estiver a gordura, mais velha a carne (e isso fica ainda mais perceptível depois de fritar a carne - mas aí já não adianta mais, hehehe). Se no mercado tiver açougue, você consegue comprar a peça inteira já limpa, o que economiza alguns gramas de sebo e gordura pesando na conta final.

Nessa parte, em qualquer livro de culinária, o autor estaria te dizendo que uma carne macia é uma carne perolada. Esse termo aveadado serve pra definir carnes ricas naqueles risquinhos brancos em seu miolo, que nada mais são que gordura entre as fibras.

contra-filé (vermelho) e alcatra (vermelho-escuro)

contra-filé (vermelho) e alcatra (vermelho-escuro)

2) PREPARANDO A CARNE

Antes de começar a esfaquear o pedaço de boi morto que está na sua tábua de carnes, dê uma apalpada nele. Lembre-se do belo e majestoso animal que ele foi um dia, e respeite sua imponência. Admire-se um pouco por estar no topo da cadeia alimentar, e saiba que aquele bicho enorme há de ser preparado, mastigado e digerido por você graças a todos os milhões de anos que a sua gente levou pra chegar até aqui.

Agora perceba que ela tem divisões dentro dela. Gomos, por assim dizer. Você pode mantê-los juntos, ou separá-los. Uma peça de contra-filé, por exemplo, costuma ter 3 gomos grandes: um cilindro maior no meio, com duas camadas laterais. Não sei se dá pra entender claramente LENDO, mas quando vocês tiverem com a carne em mãos fica mais fácil de sacar. Aí você me pergunta: “Mas Fred, E DAÍ?” E daí que com isso você consegue perceber e separar melhor as partes da carne pra fazer, por exemplo, uns medalhões (sempre uma opção popular, e de preparo muito parecido com o desse bife perfeito aqui).

Hora de passar a faca: se você tem dedos de moça, estime cerca de dois dedos de espessura pra cada bife. Se você tem 1m83, 110 kg, e calça 47, pode estimar a partir da largura do seu dedão. Acho que já deu pra entender: tem que ter sustança. Bifes fininhos vão cozinhar demais e perder a suculência. E dobrando essa espessura, você tem mais ou menos o que seria um medalhão.

Na hora de cortar os bifes, evite rasgar demais a carne, e principalmente, furá-la. Quanto mais íntegro estiver o bife, mais suculento ele fica no final. Ah, e NUNCA tire a gordura antes de fritar o bife. Tire depois, problema seu. Mas nada de estragar minha carne com esses papinhos de dieta de mulher, a gordura é crucial na hora em que o bife é frito - ajuda a cozinhar e a ganhar aquele gostinho de churrasco tão prezado por nós. Se não agüenta, vai comer salada.

Ah, e não confunda gordura com SEBO. Aquele sebo duro e rígido [intervalo para você dar uma risadinha] tem que sair antes mesmo de cortar os bifes. E a dica final é: deixe para cortar os bifes só na hora de temperar. Ah, claro: a hora de temperar é meia hora antes de fritar os bifes, que é o tempo que ele leva pra pegar um mínimo de sabor, e retornar a temperatura ambiente (sim, evite fritar bifes que acabaram de sair da geladeira).

Outra coisa, só pra garantir: NUNCA, mas NUNCA MESMO, descongele carne na raça. Isso quer dizer: nada de microondas, água corrente, bacia d’água, banho-maria, deixar no sol, qualquer merda dessas. Descongele na geladeira, de um dia pro outro, ou se a quantidade for pequena, em temperatura ambiente, no mesmo dia. Qualquer outro jeito elimina todo o sangue e parte da gordura da carne, acabando com a tal da SUCULÊNCIA.

3) TEMPERANDO A CARNE

Você já aprendeu que isso tem que acontecer cerca de meia hora antes da carne ir pra frigideira, no mínimo. 1 hora acho o ideal, mas eu também sempre esqueço ou enrolo até em cima da hora, então dá pra ser razoável com uns 40 minutos. E agora, que tempero espetacular será que usaremos para chegar no bife perfeito? Alguma erva rara originária de solos virgens das ilhas de Tuvalu? Não. Sal e pimenta-do-reino preta. Só. E por favor, não me venha com essas merdas de Fondor e amaciante de carnes, que isso só serve pra dissolver as fibras e gorduras da carne, matando a consistência do bife e mudando o sabor praquele gostinho de comida-a-quilo vagabunda.

Não quero saber se você tem frescuras com pimenta-do-reino. Na quantidade certa, ela não fica nada picante, mas é o que faz toda a diferença pra chegarmos mais perto daquele gostinho de fumaça que um bom churrasco possui. Se ela for moída na hora, melhor ainda.

Espalhe levemente (com o dedo) sal e pimenta-do-reino nos dois lados do bife. Óbvio que vai mais sal que pimenta, mas não viaje demais na quantidade que alcatra não é bacalhau. Umas duas pitadas espalhafatosas, de três dedos (pegando mais sal do que você conseguiria usando dois dedos, acho que deu pra sacar a medida) de sal, mais uma ou duas pitadas menores de pimenta são suficientes pra um bife grande. E é isso.

4) FRITANDO O BIFE

Vamos começar com a nossa única ferramenta necessária: a frigideira OU chapa OU grelha. Uma chapa quadrada, lisa ou frisada, anti-aderente, seria nossa ferramenta ideal. Mas claro, qualquer frigideira serve, desde que caibam confortavelmente dois bifes por vez.

Agora deixe ela esquentar por muito, MUITO tempo, na boca mais forte do fogão. Sério, dos seus amigos ou aquela tia intrometida chegarem pra comentar: “nossa, aquela panela no fogão tá queimando!” O mais importante pro bife perfeito é isso: uma chapa estupidamente quente.

Quanto mais grosso for o metal da chapa, mais tempo ele leva pra esquentar, mas também conserva melhor o calor. Aqueles alumínios fininhos esquentam rápido, mas também esfriam rápido quando você joga qualquer coisa na panela ou abaixa o fogo.

Com a chapa tinindo, é hora de fritar os bifes. Se ela não for anti-aderente, pouco antes de colocar a carne, jogue uma colherinha de manteiga meio que untando a panela (não com a mão, animal, afinal, ela está PELANDO) só pra garantir que não vai ficar aquela mancha preta imutável no final do processo.

Outro momento importante: bote os bifes na frigideira e NÃO MEXA EM NADA. Depois de devidamente acomodados, os bifes tem que queimar na chapa quente até desgrudarem sozinhos, mesmo que sem óleo nenhum na panela. Isso acontece porque a gordura é feita de açúcares, que “caramelizam” na frigideira criando aquela magnífica casquinha de sabor por fora do bife. Esse processo se chama “selar a carne”, e depois de cerca de 1 minuto na frigideira, quando o primeiro lado do bife desgrudar, é hora de virar a carne pela primeira vez e fazer a mesma coisa do outro lado do bife.

Com os dois lados selados, você garante que todos os sucos da carne vão ficar ali dentro. Mais uma vez: NUNCA FURE O BIFE. Nada de espetar ele com garfo ou coisa parecida - use uma espátula dessas de hambúrguer, ou um pegador tipo esses de gelo.

Desvire o bife de volta a sua posição inicial e abaixe o fogo para que a carne cozinhe por dentro. Tente dar tempos de frigideira iguais pra cada lado do bife, mexendo neles o mínimo possível. Aí, só mais um minutinho de cada lado e você já tem seu bife entre mal-passado e ao ponto. Dois ou três minutinhos de cada lado e você já tem aquela carne quase inteiramente cozida, com o mínimo de miolo rosa e nada de sangue no prato. Mais que isso, você já está estragando o bife e eu não quero mais comer na sua casa.

5) DEPOIS DE PRONTO

Deixe a carne descansar por um minutinho antes de servir. Ela continua cozinhando por dentro (bem mais lentamente que o macarrão, por exemplo) antes de ser cortada, e assim chega à mesa em condições ideais. Sobre o bife, nada. Ou tiras de bacon, alho frito, manteiga temperada, molho de queijo, molho de mostarda… Você escolhe. Mas antes, tenha certeza de que seu bife ficou perfeito e não precisa de mais nada.

Bom, vocês são brasileiros e sabem o que acompanha um bife. Arroz, feijão, farofa, batata-frita, risoto, massa… As opções são intermináveis. Escolha a sua e seja feliz.

Ferramentas: Uma frigideira, uma faca
Dificuldade: Simples, apesar do tutorial enorme
Rendimento: Calcule 300g de carne por pessoa e todo mundo sai feliz

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Empadão de Frango Especial


Ingredientes:


Massa:
  • 2 e ½ xícaras de farinha de trigo
  • 150 g de margarina culinária ou comum
  • 1 ovo
  • 1 colher (sopa) cheia de açúcar
  • ½ colher (chá) de sal
  • 1 colher (chá) de fermento para bolo
  • 4 colheres (sopa) de água gelada
Recheio:
  • ½ kg de peito de frango
  • 1 cebola picada
  • 1 tomate picado
  • 1 lata de ervilha
  • 1 cenoura ralada (ralo grosso)
  • Temperos a gosto
  • 2 colheres (sopa) cheias de farinha de trigo
Modo de Preparo:
    Recheio:

  1. Cozinhe o peito de frango com os temperos, com pouca água
  2. Desfie e reserve
  3. Em uma panela coloque a cebola, o tomate e a cenoura
  4. Junte o frango com um pouco de caldo e deixe cozinhar por 10 minutos
  5. Misture e deixe cozinhar mais 3 minutos
  6. À parte, em uma xícara (chá) do caldo de frango frio, dissolva as 2 colheres de farinha de trigo, acrescente ao recheio com a ervilha, misture bem por 2 minutos e retire do fogo
  7. Enquanto esfria prepare a massa
    Massa:

  1. Junte a farinha, o açúcar, o fermento o sal e misture
  2. Acrescente a margarina e misture com a mão até ficar uma farofa
  3. À parte bata ligeiramente o ovo, junte a água e acrescente a massa, misture bem
  4. Deixe descansar por 15 minutos
  5. Divida a massa em 2 partes e espalhe uma parte no fundo de uma forma média (retangular ou redonda) e laterais
  6. Recheie e cubra com o restante da massa
  7. Pincele com uma gema
  8. Asse em temperatura moderada por 45 minutos ou até dourar.
Receita de : Aloisio Barbosa Lemes (Parabéns e nossos Agradecimentos)


terça-feira, 7 de outubro de 2008

Saudades de Tião Carreiro


Músicas:

01-Rei do Gado - Leandro e Leonardo
02-Amargurado - João Paulo e Daniel
03-A Vaca Já Foi Pro Brejo - Crhystian e Ralf
04-Pagode em Brasília - Chitãozinho e Xororó
05-Empreitada perigosa - Zezé di Camargo e Luciano
06-Rancho dos Ipês - Gian e Giovani
07-Pretinho Aleijado - Sérgio Reis
08-Boi Soberano - Cézar e Paulinho
09-A Mão do Tempo - Rick e Renner
10-A Coisa Ta Feia - Goiano e Paranaense
11-Rancho do Vale - Bruno e Marrone
12-Pai João - Irmãs Galvão
13-Oi paixão - Orquestra da Terra
14-Raizes do Amor - Nalva Aguiar
15-Rei Sem Coroa - João Mulato e Pardinho
16-Rio de piracicaba - Almir Sater
17-Homenagem ao Tião Carreiro - Amigos de Tião Carreiro


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